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Estradas perigosas: 5 trechos mais arriscados do Brasil

Atualizado: 18 de Nov de 2018


Os problemas nas estradas perigosas, na maioria dos casos, vão muito além de pedras e buracos

Quem está acostumado a rodar pelos quatros cantos do país sabe muito bem os desafios que precisa superar em muitas rodovias. Os problemas nessas estradas perigosas, na maioria dos casos, vão muito além de pedras e buracos.


Segundo estudo da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), entre 2007 e 2017, mais de 83 mil pessoas morreram nas rodovias federais, superando 1,6 milhão de acidentes.


Essas ocorrências custaram mais de R$ 10 bilhões para os cofres públicos, custo dividido entre despesas hospitalares, atendimento e remoção das vítimas, remoção dos veículos, perda de carga transportada e danos à propriedade pública e privada. Nesse mesmo período, o valor investido nas rodovias foi de R$ 7,9 bilhões.


Nesse cenário, carros e motos lideram a lista de acidentes, com 65,1% das mortes — foram mais de 54 mil óbitos nas rodovias em 10 anos. Já os caminhões, por sua vez, corresponderam a 10,3% das mortes (8.635 óbitos).


Com tantos gargalos, para a sua segurança, listamos os 5 trechos das estradas mais perigosas do Brasil. Saiba quais são e como prevenir acidentes em suas viagens! Confira!


1.BR-101 - Rodovia Governador Mário Covas (kms 343 e 353)

Segundo estudo da CNT, o trecho de 10 quilômetros da BR-101 em Guarapari entre os quilômetros 343 e 353, no Espírito Santo, é o mais perigoso do Brasil. Foram registradas 21 mortes e 14 acidentes em 2017.


Por isso, lembre-se: ao passar por esse trecho da rodovia é importante ficar sempre atento à movimentação dos carros e pedestres e também tomar cuidado com alguma reforma que pode confundir os motoristas.


2. BR-101 - Rodovia Governador Mário Covas (kms 42 e 52)

A BR-101 segue na lista das mais perigosas, desta vez nos trechos entre os quilômetros 42 e 52, que corta o perímetro urbano da grande Recife, em Pernambuco.


A estrada passa no meio da cidade de Abreu e Lima e é batizada pelos moradores como “avenida matadora” devido ao alto número de acidentes e atropelamentos. No ano passado, ocorreram 15 mortes e 142 incidentes. Dentre os principais motivos desse excesso de ocorrências estão as ultrapassagens, a falta de atenção, além da velocidade alta.


3º. BR-040 - Rodovia Presidente Juscelino Kubitschek (kms 10 e 20)

A BR-040, no ponto que passa por Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, também é outro ponto crítico para os caminhoneiros que precisam circular por aquela região.


O levantamento feito pela CNT aponta que no local aconteceram, em 2017, 103 acidentes, com 15 mortos ao todo. Assim como as outras rodovias, o fator humano tem sido atribuído à maioria das situações. Deficiências estradas, sobretudo de sinalização, também são fatores que induzem às ocorrências.


4. BR-381 – Fernão Dias (kms 524 e 534)

O trecho da BR 381 entre os quilômetros 524 e 534 é considerado o quarto mais perigoso do Brasil. Foram 14 mortes e 95 acidentes no ano passado. As curvas fechadas e o excesso de velocidade são apontados como os principais problemas. Embora o trecho seja cheio de avisos, muitos carros e caminhões não respeitam as regras e abusam da velocidade.


5. BR-116 - Dutra (kms 210 e 220)

O trecho da Via Dutra (BR-116), que vai do quilômetro 210 ao 220 em São Paulo, teve 252 acidentes com 13 mortos. Segundo o estudo, o principal problema é o excesso de veículos. Em média, mais de 300 mil veículos circulam no local por dia, nos dois sentidos. Os acidentes mais comuns são capotamentos, saídas da pista e colisões com objetos fixos.


Conclusão

Esteja a pista boa ou não. Você viu que grande parte dos acidentes que acontecem no país pode ser evitado adotando a pratica da direção defensiva. Um bom caminhoneiro sabe que adotar essa medida ao volante permite antecipar situações perigosas ocasionadas por motoristas imprudentes. São cuidados básicos que nos ajudam a manter a segurança nas estradas.


Além disso, a direção defensiva previne também uma série de fatores importantes, como consumo elevando de combustível, quebras mecânicas, desgaste dos pneus ou multas; bem como a diminuição do impacto da quinta roda, o que mantém a carga bem presa e acomodada, sem forçar sua estabilidade.


Dessa maneira, antes de dar a partida no seu peso pesado, faça uma checagem e, na medida do possível, evite trafegar por essas áreas. Caso isso não seja possível, é importante que você redobre sua atenção e adote uma postura mais defensiva ao volante.


Se você quiser saber mais sobre as estradas brasileiras e como cuidar do seu caminhão, fique por dentro das novidades em nosso blog. Ah, não se esqueça. Estamos no Facebook, no Instagram e no LinkedIn! Até a próxima e boa viagem!

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